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terça-feira, 14 de agosto de 2012

.:: MAIS UM DESAFIO DE SE CRIAR O FILHO SOZINHA ::.

Boa tarde, nobres leitores. Penso que hoje estou em crise! Não é bem uma crise... é só um dia de angústia, que meu coração se aperta.

Minha solução?! Chocolate Suflair! É... melhorei um pouco, mas pra desabafar, creio que só escrevendo mesmo.

Tem aproximadamente duas semanas que meu filhotinho me trata mal. Desde que o pai dele voltou de viagem, e foi visitá-lo, meu filho é ríspido comigo e indiferente. Quando estamos na rua, age de forma grosseira e "mandona".

Então, não tolerando mais a situação e não querendo gritar - mas sim, tentando entender o que se passava em seu coraçãozinho, sentei e conversei com ele.

Mostrei pra ele que quem está ao lado dele em todas as horas sou eu, e que não era pra ele maltratar o pai dele, mas sim, tratar ambos bem, porque amamos ele. Eu, na posição da pessoa que cuida dele, e o pai dele, por ser o pai dele, né?! O que mais eu poderia falar?!

Eu sou a pessoa que não só leva pra passear e cuida dele, mas também que educa, e educar, muitas vezes significa dizer "não", o que criança não se agrada muito.

Já o pai dele, o vê nas visitas, e encara tudo como se fosse uma festa, sem correções, sem educá-lo.

Que situação! Bom... mas não sou a única no mundo a passar por isso, não é mesmo?! Só peço à Deus maturidade...

Depois da conversa, ele falou que vai cuidar de mim enquanto eu cuido dele, e não vai mais me maltratar nem ser grosseiro, porque ele é amigo do homem-aranha, e os super-heróis são educados. Ele disse saber que não deve tratar as pessoas como ele estava me tratando.

heheeeee... depois, quem não entendeu fui eu. Primeiro porque ele demonstrou maturidade além do que eu imaginava, e, num segundo momento, porque fiquei preocupada de estar exigindo dele uma conduta além do que a idade permite, quando se trata de manifestação de sentimentos.

Sei que, para ele, não é fácil conviver com a ausência do pai. Não só a saudade, mas também, visualizar os coleguinhas em momentos de carinho rotineiro com os pais, as piadas dos coleguinhas que acham que ele não tem pai, a agonia em vê-lo e, quando está no melhor da história, ter que se despedir. A falta de intimidade e de rotina.

Visualizá-lo sofrer também me faz sofrer. A dor dele me dói. Isso me angustia. E, tentar fazê-lo feliz, é sempre minha meta. Aluguei uns filmes do homem-aranha pra deixá-lo empolgado. Ontem deu certo!

Bem...penso que o chocolate fez efeito e é hora de voltar a trabalhar com o "pique" total. Morrendo de saudade do meu branquelinho que está na escolinha.

Uma excelente tarde pra vocês!

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