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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

.::SHOTOKAN ::.

Bom dia, amados leitores! Hoje almejo discorrer sobre “ser forte”.
Afinal, o que é “ser forte”?
Quando eu era mais nova, pratiquei uma arte marcial denominada caratê. Lembro que me identifiquei com o estilo chamado Shotokan.
Há no caratê uma expressão famosa, do mestre Gichin Funakoshi, que diz “Karate ni sente nashi” (no caratê não existe atitude ofensiva). Ora, se o adversário for inferior, não há razão para brigar; se o adversário for superior, por que brigar?; se o adversário for igual, compreende o que você compreende...então não há luta.
Honra não é orgulho, é consciência real do que se possui.
O mestre sempre ensinou que o valor real do caratê habita na nobreza do espírito, saber dominar a agressividade. E, não apenas isso, mas, quando chegar a hora, ter sabedoria e coragem de enfrentar milhões de adversários. É o espírito dos samurais.
O shotokan é representado por dois círculos sobrepostos, sendo um maior e todo branco e um menor vermelho. O círculo branco representa a lua e o menor o sol. O sol brilha e dá luz e calor, a lua inspira a paz e o amor, e tudo isso em conjunto representa a harmonia na natureza.
No conflito, conseguir se harmonizar, é uma verdadeira arte. Ter serenidade para não se precipitar. Sabedoria nas tomadas de decisão. Pois, qualquer passo errado, pode ser fatal. Deixar feridas. É necessário ter flexibilidade e muito equilibrio.
Essa semana não foi muito fácil pra mim: conflitos com o pai do meu sol, a indiferença dele frente às necessidades do nosso filho (tanto emocionais quanto financeiras), questões familiares que abalaram a todos, mudança de escola do meu pequenino (adequações financeiras como reajuste das escolas), minha mudança de emprego... tudo de uma vez!
E, enfrentar o vendaval com quietude, para não transmitir isso ao pequenino que tanto amo. Fazer com que ele se sinta amado, por seu pai (mesmo com suas longas ausências), por seus familiares, por seus amiguinhos e por mim, que equilibro essa bandeja de milhares de taças de cristal. É assim que me sinto.
E ser feliz mesmo dentro da tempestade, cantando em voz suave meu hino de amor por ele, para que ele se sinta protegido.
Então, busco sempre essa paz. Não a ausência dos problemas, mas sim, a compreensão para solucioná-los. Até porque, hoje, sou bem mais forte do que quando fui lançada ao mundo, e não abaixo a cabeça. As batalhas fortificam.
Termino esse post desejando a todos os amigos que estão passando por lutas, sabedoria, perseverança e garra. Como diz uma linda canção do Pe. Zezinho:

“Forte é quem grita sem ódio e sem medo a verdade maior
Forte é quem nunca abandona a ternura nem mesmo na dor
Forte é quem morre mas não admite matar
É forte a semente que morre, mas morre pra ressuscitar!”

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

.:: DIREITO HUMANO A BUSCA DA FELICIDADE X DIVÓRCIO ::.

Ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos. Marcos 2:22


Boa tarde, nobres amigos. Hoje quero expor a respeito de um tema delicado, capaz de gerar polêmica: O DIREITO A BUSCA DA FELICIDADE X O DIVÓRCIO.

Vamos começar com um árduo questionamento: o divórcio é lei meramente humana ou está avalizado por Deus?

É importante iniciar esse questionamento, pois, na minha concepção, as leis divinas são as únicas que realmente são supremas.

Oportuno salientar que, em que pese o meu estado civil é o de “separada”, sou contra a banalização do divórcio, e acredito sim na entidade familiar. Esse artigo está longe de tratar de mero incentivo, contudo, pretendo mostrar que a felicidade não está em nenhum outro lugar senão em próprias mãos.

Quem não gosta de ir a casamentos? Além da festa, a ideia de novos planos, novos sonhos, e o melhor de tudo: de realizar tudo isso JUNTOS!

Fomos instruídos na ideia do conto de fadas e do “FELIZES PARA SEMPRE”. Mas, ninguém explicou que o “sempre” exige mudanças, e a eternidade exige evolução. Nada é intacto ininterruptamente.

Quem não quer ser amado? Quem não quer ser tratado com carinho, nos mais singelos acontecimentos? E quem consegue amar eternamente, se nada é infindável, em especial, o próprio comportamento humano?

As pessoas mudam e, consequentemente, os planos e os sonhos. E, em algumas fases de nossas vidas, aquelas “pancadas”, sequer sabemos se os temos. É assim!

Então, na evolução da vida, as palavras “estagnar” e “mudar” podem ser sinônimos de constantes brigas. Quem já não escutou ou até mesmo disse: “você parou no tempo...”, ou “você está mudado”!

Pessoas, queiram entender o seguinte: tudo muda o tempo todo! Não somos mais o que fomos há 30 minutos... e muito menos há 30 dias atrás, tão pouco há 30 meses. Há 30 anos eu era um feto, e todos precisam deixar de ser!

Voltando a questão do casamento, não é lindo quando dois seres se unem nas bênçãos do amor supremo, criando laços de afeto? Contudo, nem sempre as uniões terrenas buscam este ideal, e, tão pouco se constroem na base de sentimentos puros.

A construção dos laços de amor não ocorre naquele dia do casamento lindo, cheio de flores e ritos. Ora, um casamento é edificado em seu cotidiano, no seu proceder para com o outro, na cumplicidade, no companheirismo e na ternura que habita nas vitórias e derrotas.

Não acredito que Deus una em mera troca formal de alianças e assinatura de papéis: Deus une corações, não matérias. Só que tudo isso está dependente do livre-arbítrio de cada ser.

Muitos utilizam em frases soltas: “o que Deus uniu jamais separa o homem”.  Amigos...vamos ler a bíblia toda né?! Faz bem pra sociedade, pra mente e para o coração!

Em Matheus, Jesus cita a dureza do coração, como causa de separação do casal. Somos livres para tomarmos a decisão que nos compete. O que colhemos é fruto do que plantamos. Quem se mantem casado com um marido violento, vai apanhar. Quem se mantem casado com alguém que não ama, sofrerá as consequências desamor. Deus não faz ninguém amar ninguém. Deus não interfere em nosso livre-arbítrio. Se funcionasse dessa forma, não existiriam ateus na terra, nem falsos profetas. Se Deus “obrigasse” a amar o próximo, não existiriam atrocidades.

Muitos seres se supervalorizam, e pensam que o outro é obrigado a amá-los por serem, mais bonitos, mais ricos, mais inteligentes ou sabe-se lá qual a razão. Ninguém corre no sangue alheio.

Quando amor e respeito caminham juntos, não existe separação. Deus é amor. E é amor que une. Os laços de amor são eternos. Não são os laços “desenhados” no papel, ou de sangue,..., são os laços de amor!

Todos nós possuímos a faculdade de interromper, recusar, discutir, modificar ou adiar o desempenho dos compromissos que abraçamos.

É difícil tomar essa decisão. Contudo, se o companheiro quer partir, liberte-o. Não podemos acolher mágoas, rancores, ódio e depressão. Por já ter vivido isso, sei que não é uma tarefa fácil, mas é melhor caminhar separados, em paz, do que juntos, em guerra.

Acredito que o divórcio deverá ocorrer no instante em que fora esgotada todas as possibilidades de bem-estar dos cônjuges, sendo o mal maior um perigo iminente.

O amor nos faz progredir. O amor a Deus, o amor próprio, o amor ao filho e o amor ao próximo. Ser amado também eleva. Quem se mantem unido por obrigações formais, não sabe que um dia tudo isso virá à tona: filhos que tem o pior exemplo de lar, de casamento, vidas perdidas com quietude nunca alcançada. Uma tragédia que sempre se repete em nossa sociedade.

Creio que o crescimento do número de divórcios está ligado ao juízo equivocado de felicidade e a ausência do sentido da nossa real existência.

Acredito que não somos obrigados a seguir em uma união infeliz. A graça habita em buscar soluções, viver a vida de forma diferenciada, sair do sofrimento e recomeçar.

Isso não significa ter no ex-companheiro a visão do “inimigo”. Se não deu certo... não deu. Que todos nós saibamos viver em paz e dialogar. E seguir a regra do SAVOIR VIVER! Saber viver sem delegar a responsabilidade de se fazer  feliz em mãos alheias é primordial, afinal de contas, Deus não fez seus filhos para serem tristes e sim FELIZES!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

.:: A EDUCAÇÃO COMEÇA NA MAIS TENRA INFÂNCIA ::.

Bom dia, amados leitores! Hoje quero falar um pouco sobre Educação Infantil.
Meu sol está na escola desde os dois anos, e na creche, desde os 7 meses. Vou explicar.
Com o meu retorno ao trabalho, somado a separação que ocorreu logo depois, me vi “obrigada” a por meu filho na creche.
Muitos foram os transtornos iniciais, que, aliados às dúvidas de “mãe de primeira viagem”, fizeram da minha rotina uma dor sem fim no coração.
Contudo, sempre que possível, eu dava uma “fugidinha” do serviço para saber como o meu filhotinho estava. Fui vendo o carinho que ele recebia, bem como os mais diversos estímulos. A socialização dele foi incrível! Vi, desde cedo o cuidado com os outros bebês, a preocupação se eles estavam comendo, a razão de estarem chorando... Sem falar, que ele praticava natação e também tinha aulinha de musicalização.
Vi meu filho alegre, e isso, com o tempo, foi acalmando meu coração de mãe. Ouvi pessoas criticarem, e ouvi pessoas de minha admiração me aconselharem de que era realmente bom pro meu filho mantê-lo numa creche que tratava com carinho e estimulava sua coordenação.
No início do ano passado, vivi uma série de internações por ter uma leucocitose sem fim. Precisei retirar o Théo da creche, e ele ficou um tempo sendo cuidado por minha mãe.
Assim que eu recuperei um pouco e tive alta, ele voltou a estudar. Fez o maternal I assim que completou 2 aninhos. Sempre pesquisei se era melhor para meu pequeno a creche/escola ou ficar em casa com a avó ou uma cuidadora, e sempre chego a mesma conclusão: a creche/escola.
Logo cedo, o meu sol se mostrou uma criança muito feliz, carismática e comunicativa. Adora músicas, dançar, correr e brincar. Tem cuidado com seus objetos pessoais, e manifesta bons hábitos sociais como cumprimentar as pessoas, pedir desculpas, agradecer, pedir licença. Também foi apresentado a capoeira, no Maternal I. Até hoje ele gosta muito!
Atualmente ele está no Maternal II. Cada dia que passa estou mais certa da minha escolha. Ao dormir, ele gosta de “contar” histórias pra mim.  Gosta de ouvir as minhas também. Ele tem uma linda sensibilidade aos sentimentos alheios, e está sempre preocupado se as pessoas estão felizes. Manifesta bem os sentimentos dele. E eu fico encantada com sua personalidade.
Ele me agradeceu esses dias, enquanto assistia desenhos, pela escola. “Mamãe, muito obrigado pela escola”. Me derreti toda.
Muitas pessoas têm mania de achar que, porque a criança é nova, não tem capacidade ou sentimentos. Ora, é comprovado que até uma planta reage diferente (fica mais bela e cresce mais rápido) se conversarem com ela.
Eu acredito no potencial das crianças, e não menosprezo a inteligência delas. Gosto de ver documentários, ler livros e artigos. Pesquisar. Vi um documentário que tratava da capacidade lógica dos bebês. Muito legal!
Fiquei emocionada ao comprar os primeiros livros do meu filho, do Maternal II. A educação é algo que passa a fazer parte do ser e ninguém tira, depois de vivenciada. Estou contente em me empenhar nesse doce caminho: o da educação infantil! E tenho muito o que descobrir sobre esse universo tão encantador!!! Até o próximo post!!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

.:: ACABOU AS FÉRIAS ::.

Sim, acabou as férias, pessoas! No meu caso, não as tive, mas meu sol sim. E ele já está sentindo o que é a responsabilidade de acordar cedo e se arrumar para ir à escola. Mais um ano, e o meu sol está no maternal II! Agora tem livrinhos para ler, português e ensino religioso para aprender...lindo!

O meu sol está em uma nova creche/escola e, segundo ele, "lá é lindo!"(risos). Como ele já está adaptado, o primeiro dia de aula dele não foi difícil: logo aprendeu o nome dos colegas e participou das atividades da turma. E eu dediquei a tarde para ficar de "coruja" na escola.

Fico feliz por ter tomado a decisão de colocá-lo na escola na primeira idade. Ele evoluiu muito, é educado e preocupado com as pessoas. É atento e participativo, e tem espírito de colaboração. Se socializa bem com todas as pessoas, e sinto diferença do comportamento dele em relação às outras crianças da mesma idade que ainda não frequentam a escola. Os próprios pais comentam a diferença. Já possui tempo para brincar, para aprender e para se alimentar, e gosta de me contar as coisas que aprendeu. É tão bom ver o filho crescer!

Li numa publicação que "de acordo com a psicóloga Elisabeth Gelli, especialista em educação, é preciso preparar o terreno com antecedência. 'O mais importante é manter o vínculo de confiança entre a criança e o ambiente escolar. Lembrar que ela irá rever os professores e os amigos, além de aprender coisas novas', diz a psicóloga. Ela reforça a ideia de que o primeiro passo para que a criança goste de retomar os estudos é a escolha da escola: 'Quando os filhos estão felizes naquele ambiente, não encontrarão problemas em retornar'. Para Miriam Barros, a criança precisa se sentir tranquila no ambiente escolar. 'Permitir que a criança leve um brinquedo pode ajudar na readaptação', sugere a psicóloga." E "para crianças que começam o ano letivo em uma nova escola, é interessante estimular a familiarização com o novo espaço. ´Leve seus filhos para visitar a escola com antecedência. Assim eles poderão conhecer os professores, salas de aula e ainda os ambientes próprios para o lanche, os esportes e o recreio', diz a psicóloga.  Escolas para crianças menores costumam oferecer dias de adaptação, em que o pai e a mãe ficam na escola."(http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/dicas/Volta-as-aulas--confira-dicas-para-as-criancas-retomarem-a-rotina.shtml)Minha rotina também sofre modificações. Mas confesso que o retorno das aulas veio em um momento bem oportuno. A noite, meu filho me agradeceu pela nova escola. É prazeroso fazê-lo feliz, em todas as esferas de sua vida!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

.:: PULSEIRA GUIA INFANTIL - PARTE III - PASSEIO COM A CRIANÇADA DO ABRIGO BETEL E UNIJOVEM ::.

Bom dia nobres leitores! Hoje quero postar sobre o passeio com os amigos do Abrigo Betel e os amigos da Unijovem: foi um sucesso!

Brincamos, pulamos, nos divertimos muito! Foi mágico! Dessa vez tudo deu certo, sem chuvas! Para quem acompanha nossos passeios, sabe que das últimas vezes sempre chove: no passeio ao clube e na primeira tentativa de ir ao Nicolândia.

O sol estava lindo, as pessoas felizes, uma cena de um "pseudoparaíso". Só tivemos o que agradecer à Deus pelo doce momento.

Hoje não postarei as fotos das crianças, por respeito à imagem das mesmas.

Quero falar também da utilização da Pulseira Guia Infantil, testada, em um primeiro momento, no Théo e no Cauã, num passeio ao shopping, que fora postado.

Meu amigo e eu, que fomos monitores de 3 crianças, de quase 3 anos, utilizamos a pulseira guia. Foi ótimo! Elas se adaptaram bem, não corremos o risco delas sairem da pulseira, e, ao mesmo tempo, elas tinham liberdade de indicar a direção de onde queriam ir (o brinquedo), sem comprometer a segurança delas ou o risco de se perderem na multidão.

Há uma área de liberdade, a criança fica à vontade, sem comprometer sua segurança. Os pais aprovaram, e cada um ganhou a pulseira. Os outros pais que estavam no parque também aprovaram a ideia. Recebi muitos elogios e pessoas querendo saber onde comprar.

Nós utilizamos a pulseira guia "Safety", conhecida também como pulseira para passear, adquirida na SB Baby, na Feira dos Importados.

Como ainda não é muito comum sua utilização, os olhares foram os mais cômicos possíveis, sempre de aprovação. Eles amaram!

Foi tranquilo o passeio. Trabalhar com segurança é evitar tristezas.

Um beijo a todos e até o próximo post!