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quarta-feira, 14 de março de 2012

.:: O SORRISO DE MONALISA ::.


Bom dia! Hoje tratarei de uma realidade difícil de mudar: a resistência da sociedade às ideias inovadoras. E, por ser mulher, sinto muito, tanto de homens (machismo) quanto de mulheres (a versão feminina do machismo), essa espécie de aversão às mudanças.

Certo dia, um colega me comparou a Katherine Watson, papel interpretado por Júlia Roberts no filme “O Sorriso de Mona Lisa”. Como não era a primeira vez que acontecia, não resisti à curiosidade e fui assistir o filme.

O filme retrata a vida de uma jovem professora de história da arte que começa a lecionar em uma escola para moças, onde, em suas aulas, busca dar maior autonomia e preparo para que suas alunas enfrentem o mundo. Sua personagem se vê obrigada a renovar o fôlego do curso que ministra com algumas variações didáticas pouco comuns ao universo da faculdade em que trabalha. Ela é muito mais que uma profissional em busca de renovação em seu trabalho pedagógico: ela é o protótipo de mulher moderna, livre, desimpedida e que quer quebrar as barreiras do mundo machista em que vive.
Ela é uma mulher que está além de seu tempo e que não se conforma com o fato de suas alunas irem a faculdade para estudar sem as perspectivas futuras de tornarem-se profissionais e ingressarem no mercado de trabalho. Não há outro desejo nas estudantes que frequentam suas aulas senão o de se tornarem futuras esposas, dedicadas e preparadas para transformar a vida de seus maridos numa existência confortável onde as aparências são mantidas (mesmo que cinicamente) a qualquer custo (ainda que isso signifique o sacrifício de suas honras e esperanças).
“O Sorriso de Mona Lisa” é um libelo em favor da emancipação das mulheres e uma pesada crítica ao conformismo que imperava entre as representantes do sexo feminino durante os anos 1940 e 1950. Olhamos para trás e percebemos que por trás de toda aparente felicidade dos lares americanos daquele período existiam mulheres restringidas em suas capacidades mesmo depois de terem sido convidadas a participar mais ativamente da sociedade em que viviam durante os anos da 2ª Guerra Mundial (quando os homens foram aos campos de batalha enfrentar os nazistas na Europa e muitas das funções exercidas por eles foram repassadas para mulheres).
Várias passagens do filme me sensibilizaram e me fizeram visualizar que mesmo após tantos anos se passarem, ainda habita nos corações humanos os mesmos preconceitos, os mesmos medos e angustias. As mulheres se tornaram policiais, juízas, advogadas, doutoras independente da área, vigilantes, motoristas de ônibus, de caminhão, bombeiras, e não perderam a feminilidade, a capacidade de sonhar, de acreditar em um bom casamento.
Contudo, querem além do artificial. O “mundo encantado” se desfez junto com a ideia de príncipe encantado, com as agressões físicas e verbais que não aceitaram mais viver, caladas, entre quatro paredes. Mas ainda sim, não é raro ouvir uma critica lançada a mulher que espera pra casar, ou nem mesmo tem vontade, ou simplesmente nega a condição de ser mãe. Gente, cada um se faz feliz como quiser! Se consideram egoísmo o fato de não querer ter filhos, mais egoísmo ainda é lançá-los ao mundo por mera obrigação biológica, sem cuidados, sem amor.
O fato de me sentir uma “pata” e querer filhos, não faz da minha irmã de jornada obrigada a ser mãe também. Hoje temos mulheres artistas, grandes escritoras, estudiosas, batalhadoras. Cada uma se realiza como quiser, e, contribui de forma positiva a sociedade.
Voltando à professora Watson, ela entra na instituição motivada pela possibilidade de fazer com que suas estudantes estejam bem preparadas não apenas para os futuros cursos universitários pelos quais irão optar, mas também para o exercício de cidadania e igualdade de oportunidades que deve imperar na sociedade americana. Ela mesma se sente parte da realização desses sonhos. É independente, e não se casou (o que motiva comentários maldosos ao longo de sua estadia no Wellesley College.
O que ela não imaginava era que iria encontrar em suas alunas o sonho conformista de um casamento feliz sem qualquer perspectiva profissional ou mesmo de aprofundamento nos estudos. Desafiada pelas estudantes em virtude de sua juventude, a professora de história da arte tem que comprovar sua qualidade profissional a cada nova aula, entretanto a despeito de sua luta particular, sente que seus esforços não redundarão num compromisso de superação da submissão das jovens a sociedade marcadamente machista em que vivem.
Ao invés da perspectiva de uma vida de realizações pessoais e profissionais conciliada com um casamento equilibrado, as moças parecem mais dispostas a servir de suporte para o sucesso de seus maridos e se conformar com o conforto material e a prosperidade financeira obtida pelos mesmos. O sonho da maioria delas é ter uma casa equipada com as novidades mais recentes em eletrodomésticos e uma festa de casamento celebrando socialmente uma união feliz e eterna (mesmo que isso signifique aceitar traições e ter que continuar sorrindo e fingindo desconhecimento de causa).
“O Sorriso de Mona Lisa” é instigante por nos mostrar o cinismo e a hipocrisia que reinam ainda em muitos lares, não só americanos (como retratado no filme) onde as mulheres são passadas para trás e nem ao menos  vão em busca de suas realizações pessoais e profissionais. Ainda bem que muitas mulheres conseguiram superar tudo isso...
Gosto muito de ler Hannah Arendt. Não me importa se ela foi amante de Heidegger, ou a quantidade de homens que ela se comprometeu. O que importa é que ela lutou pelo que acreditava, ajudou os judeus, se preocupou com o futuro dos próximos. Não se calou diante das injustiças. Hoje, minha homenagem vai a todas as mulheres que não se calam diante das injustiças, mesmo que “legalizadas” e “socialmente aceitas”. Eu tenho sede de mudanças, e começo em mim.

domingo, 11 de março de 2012

.:: DE VOLTA AO MEU EU ::.

Bom dia, amados leitores! Hoje meu dia foi simplesmente fantástico! Acordei bem cedo, preparei as malas e fui pra Corumbá, com a equipe do Itakamã (http://www.itakama.com.br/) para praticar Rafting. Como é bom acordar cedo pra ser feliz! Passamos 3 horas descendo o rio que já está baixo, pois está acabando a época das chuvas.

A última vez que pratiquei rafting eu morava em São José do Rio Preto/SP. Foi numa inesquecível viagem à Brotas (http://www.brotas.com.br/).

3 horas entre momentos de aventura, de conversas agradáveis e de muita reflexão. Estar em harmonia com a natureza nos deixa em harmonia com a vida. Mesmo com a gananciosa intervenção humana, a natureza se mostra magicamente bela.

Assim que o meu sol puder, levarei nesses doces passeios recheados de muita adrenalina. Ensiná-lo a amar a vida, a natureza. Meu coração está transbordando de sonhos!

É isso ai...meu corpo está quebrado, minha canela está queimada, mas estou feliz! A noite mostrei pra ele as fotos, e ele me contou "estórinhas" de um menino que gostava de nadar de barquinhos.

Agora vou descansar, porque muita alegria também dá sono. Um beijo a todos!!! Até!

quinta-feira, 8 de março de 2012

.:: SIM, SOU MULHER! ::.

Sim, sou mulher!
Sou a primeira pessoa do meu livro que se chama MINHA VIDA.
As rédeas estão firmes em minhas mãos.
Sim, sou mulher!
Sou personagem principal da minha história, e eu faço meus papéis. Ninguém mais!
Não sou a vítima, tão pouco a vilã – ambos fogem da minha linha de evolução espiritual.
Sou guerreira. Sou mãe, sou filha, sou irmã, sou neta, sou amiga, sou advogada, sou bombeira, sou socorrista, sou faxineira, sou lavadeira, sou passadeira, sou cozinheira, sou funcionária, sou namorada, sou separada, sou colo, sou consolo, sou abrigo, sou prece, sou lágrima, sou provedora, sou sorriso, sou sonhos, sou amor, sou fé.
Sim, sou mulher!
Não tenho mais medo de ser sensual pra quem eu quiser, porque sou deusa – me foi concedido a divindade de ser mãe, no sentido mais puro da bênção divinal.
Não tenho medo de falar o que eu quero, de pedir com jeitinho, de fazer um carinho, porque meu mundo é de flores.
Sim, sou mulher!
Sou funkeira, sou pagodeira, sou forrozeira, sou o que eu bem quiser!
Eu danço, eu salto, eu nado, porque sou livre e meus limites estão definidos onde alcançam minhas mãos, minha mente e meus pés.
Sim, sou mulher!
Sou leoa, na idade da loba. Protejo minha cria, com toda a minha garra, e, protejo com unhas, coração e dentes.
Sim, sou mulher!
Sou poeta, sou filósofa, sou pensadora.
E não é o tamanho do vestido, a marca do meu terninho, se uso coturno ou chinelo, se meu salto é 15, tão pouco pelo estilo da minha bolsa, que fará você entender quem sou.
Porque ainda sou menina, moleca... com o misterioso coração de mulher!

Bom dia, caros leitores! Dia da Mulher, e muita gente lembrando como é belo e contraditório o universo feminino. A delicadeza, a delicadeza na firmeza, a sensibilidade, a sensibilidade na garra. Existem mulheres de todos os tipos, mas todas com a mesma essência de mulher.

Esses dias eu estava recordando como eu cresci ouvindo “mulheres mais maduras” utilizando termos pejorativos para se referirem a mulheres, ainda meninas, que adotavam estilos mais despojados de ser, sem o tradicionalismo e tabus retrógrados.

Me entristeci. Com o passar dos anos, passo a passo, as mulheres têm alcançado independência financeira, intelectual, familiar, emocional, e porquê não mencionar, sexual. Se reinventaram e não perderam o encanto. Mostraram-se grandes líderes, desde a mantença de seu lar, até a administração de grandes empresas. Temos uma presidente...mulher!

 E mesmo diante desse belo quadro de revolução, mulheres ainda menosprezam suas irmãs. Ignoram a dor que só elas conhecem, que é o da ofensa causada pelas más línguas. Deturpam imagens, ferem a honra de muitas guerreiras. Destroem sonhos juvenis. Traumatizam outras mulheres, com conceitos ultrapassados. Ferem até mesmo, o que versa a Bíblia, se dizendo cristãs, mas magoando corações sonhadores.

Se eu pudesse fazer um pedido aqui, pediria pra todas as mulheres não utilizarem mais termos pejorativos a outras mulheres. Todas têm direito de sonhar, de lutar pelo que acreditam, de utilizar as roupas que querem, de se maquiar como gostam. E, se não estão adequadas ao ambiente, por que não ensiná-las a serem mais belas, mais cultas, mais!? Sem ofender. Sem menosprezar.

Lembro que, quando eu tinha 15 anos, uma linda senhora que admiro muito me ensinou a ser “princesa”. Me senti linda dentro de um charmoso vestido. Minha mãe não tinha jeito comigo. Não havia me ensinado a me maquiar, a usar vestidos, a ser feminina. Tudo o que aprendi foi fora de casa.

Até então eu não passava de um “menininho”. Usava calças largas, com correntes, e camisetas que não marcavam o corpo. Tinha vergonha de mim, porque tudo era feio, pra minha mãe.

Mas, na verdade, tirando aquele monte de panos sobrando, tinha uma menina delicada. E aquela citada senhorinha me fez ver. E gostei!

Sejamos então, a linda e charmosa senhora, que, invés de roubar sonhos, planta novos sonhos, nos corações das pessoas. Que saibamos nos respeitar!

Nesse dia tão lindo, tão cor de rosa, tão cheio de flores, desejo a todas as leitoras, que sejam flores nos corações das pessoas. E a todos os leitores, que tenham flores, pra alegrar seus corações! Até o próximo post!

segunda-feira, 5 de março de 2012

.:: DESAFIOS E MUDANÇAS ::.

"De todas as lutas e mágoas que enfrentamos na vida, sempre nos será mais fácil falar das que já vencemos de há muito, cujas lições já aprendemos e nos reconhecemos melhorados, do que relatar fatos recentes, quando as emoções ainda permanecem a descompassar nossos corações carentes de aprendizagem e de mais equilíbrio" (Lucius, 27 de outubro de 1983, S.P).


Bom dia, nobres amigos! Céu claro, sem nuvens, e um calor de “fritar o cérebro”! Estou perto de algumas árvores, em busca de um lugar mais fresco.

Na nossa vida, sempre buscamos estar confortáveis, não é mesmo?! O desafio é alcançar a serenidade, mesmo diante dos “tsunamis”.

Não sei se é fase, mas algumas amigas estão enfrentando situações similares às minhas. Nessa hora, nos perguntamos: “Por que comigo?”

Penso que a pergunta mais sensata seria: “Por que não comigo?”

Afinal, estamos no planeta terra, vivendo! Estamos sujeitos às boas surpresas, às decepções, amores e desafetos, à alegres caminhadas e, principalmente à quedas. Aliás, só tem como cair quem está de pé.

Ainda tem gente que vira pra mim e pergunta: “[...] você está sorrindo mesmo com tudo isso?”. Sem contar aqueles que sempre nos julgam, afirmando que “tem algo estranho”, por ser feliz face aos problemas.

Amigos, se eu fosse deixar de comemorar a vida a cada instante, porque existe algum problema, viveria abatida.

Falta de dinheiro é uma realidade enfrentada pela maioria da população, assim como a fome e a miséria, pessoas estão se divorciando, noivados sendo rompidos, namoros destruídos, pessoas adoecem, outras tantas morrem, pais de filhos brigam para pagar o mínimo de pensão, ou até mesmo não pagar, e não sou exceção nas tristezas da vida.

Mas trabalhos surgem, as pessoas progridem, pessoas se apaixonam, se casam, ficam curadas, e existem bons pais na terra. Tantos são os belos acontecimentos vivenciados na terra, que enumerá-los aqui não daria.

Prefiro olhar para o que me dá esperança, do que dar atenção ao que tira minhas forças. Minha busca é por soluções, não por mais problemas.

Hoje meu post é um grito de fé, carinho, esperança, a todos os meus queridos que estão enfrentando alguma provação, e dizer que, por mais difícil que seja a caminhada, estar de bem com a vida é a única forma de tomar decisões plausíveis para sanar os óbices. Se não estiver bem, o coração angustiado, não é a hora de tomar nenhuma decisão.

E estamos todos juntos nessa: “uma mão lava a outra, e as duas batem palma nas vitórias, e se consolam, nas derrotas”.

A PAZ!

domingo, 4 de março de 2012

.:: θεóς ::.

Bom dia, amados leitores. Hoje quero dedicar todo o post ao meu sol, meu THEO.

Quando escolhi o nome do meu filho, já estava, na verdade, decidido numa linda promessa que fizemos um ao outro, que logo contarei.Seu nome tem um grande significado e uma razão. Além, obviamente, de tratar-se do prefixo grego para tudo aquilo que remete ao Criador, é curto, simples e carinhoso.

Descobri também que o nome escolhido, por iniciar com a letra T, correspondente ao TAU, a última letra do alfabeto hebraico e a décima nona letra do alfabeto grego, símbolo escolhido por São Francisco de Assis para representar sua ordem e com o qual selava tudo o que escrevia, para significar a densidade do Amor de Deus, concretizado na Cruz de Cristo.

Mas a principal razão de minha escolha é que, como nome próprio, THEO siginifica PRESENTE DE DEUS. Seu nome traduz com perfeição meu maior presente, minha maior dádiva!

Eu estou empenhada em sua criação, para que ele saiba voar, ter o controle de sua vida em suas mãos. Alçar voo. A beleza da vida está em não permitir que os outros ditem a nossa vida.
A vida foi presente de Deus ao homem - o livre arbitrio. E Ele, que nos ama no amor perfeito, em sua sabedoria, assim nos presenteou.
E eu que o amo no amor maternal, na construção do seu caráter, tenho a missão de apenas ensiná-lo a descobrir que ele pode sim, andar com os próprios pés, vitorioso, já ao ser presenteado pela mágica da vida!
E eu me encanto na magia do viver, de vê-lo aprender e crescer.
No dia 13 de junho de 2011, fiz um poema pra ele. Na época, ele tinha cabelos enroladinhos. Estou postando hoje, um pouco do meu singelo sentimento por meu filho:

Na Estrada do Théo

Ao te ver tão perto, terno infante
Cheio de graça, entre artes graciosas
No agitar encantador dos seus cabelos rebeldes
Me perco e me encontro na benevolência do seu aprender
No fascínio que habita em sua infância

Em apenas um instante, viajo nas memórias
Ao sentir real o que sonho foi outrora
Sonho de amor, concreto está
O Verbo, contigo, me presentear
No momento que você veio se abrigar em meu ventre.

Visualizo seus cachos castanhos um tanto dourados
Capazes de iluminar seus olhos com muito mais vida
E reporto-me ao esplêndido dia que descobri
Meu amor, em meu corpo te gerar
Na mais terna eloqüência do milagre divinal

Brinca, criança, com seus brinquedos!
Que entre bola, carrinhos e avião
Meu materno coração se arrebata
No apaixonado passatempo
De visualizar o seu jeito virar canção!

E essa paixão imensa me faz lembrar
Que eu te esperei todos os dias
Todas as horas, contando os segundos... cada segundo!
Para então poder te ver assim a iluminar
Colorir minha biografia com seus lápis de cor!

Enquanto você desenha concentrado
O mundo que pertence somente a você
Suas primeiras escolhas, primas formas
Acompanho inspirada, cada risco virar traço
No suave contentamento do aprender a crescer

Uma fase, outra etapa, uma lição
Meu leite, leite em pó, comidinha de macarrão
Embalar, engatinhar, andar sem coordenação
Me sustento no instinto ímpar dos seres
No amável cuidado da sua criação.

Meu formoso pequenino, me dê um abraço!
Envolva sua mãezinha em seus braços
Receba meu beijo repleto de saudade
Nas despedidas, nos reencontros... qualquer hora
Capaz de acalentar nossa vida corrida.

Nasce um dia, mais um mês, um outro ano
Mais um dia, outro mês, tens dois anos!
Vivendo a doce rotina de não ter rotina
Porquanto renasço, reaprendo, reinvento
Ressurjo até no falar.

Ainda é escuro, mas o dia se inicia
Desejo mais dez minutos contigo em meus braços
Antes do trabalho, da escola, da vida a correr
Preciso eternizar esse singelo momento
Repousa sua energia até o despertador tocar

Bom dia! Te amo! Sentirei tanto sua falta!
Outro dia com a alma saudosa até anoitecer
Em preces por minha criança que está na escolinha
Meu coração somente encontra o sossego em seus afagos
E da sua voz finalmente me dizendo: “Achou o Théo?!”

E quando enfim em casa chegarmos, que festa haverá!
Dançaremos, pularemos, brincaremos exaustivamente
Em meio aos brinquedos espalhados em todo lugar.
E por fim, pijamas, um beijinho, uma oração
Um laço de braços, de ternura, de realização.
.
Posso não saber amar no amor perfeito, mas eu o amo, na perfeição que habita em mim por ele!

Um beijo enorme a todos os que amam incondicionalmente!

quinta-feira, 1 de março de 2012

.:: VAREKAI ::.

"EM UMA MISTERIOSA FLORESTA NO INTERIOR DE UM VULCÃO, EXISTE UM MUNDO EXTRAORDINÁRIO. UM LUGAR ONDE TUDO É POSSÍVEL"

Foi o melhor presente do ano! Veio de graça, presente do meu pai, por ser cliente NEXTEL. Indico a todos os meus queridos. É lindo! É mágico! É encantador!

Devolve, num instante, as fantasias, os sonhos. E como é bom sonhar!

A minha amada amiga Michelle me fez companhia, junto com meu filhote e o filhote dela, num convite absurdo de última hora, e deu certo!

E, apesar dos pequeninos ficarem com medo no início do espetáculo (até nós duas! rs), depois foi só alegria!

Varekai é um espetáculo do Cirque du Soleil. O diretor do espetáculo, Dominic Champagne, descreve-o como uma homenagem à alma nômade.

"Varekai" significa "onde quer que seja" na linguagem romena dos ciganos - os nômades universais. O espetáculo conta a história de Ícaro, que ao voar muito alto rumo ao sol, tem suas asas derretidas, caindo assim no mundo mágico de Varekai. É um dos espetáculos mais ricos em danças e roupas do Cirque.

O espetáculo conta a parte do mito que foi deixada de fora: O que aconteceu com Ícaro depois da queda do céu (informações retiradas do site Wikipédia).

Foi tudo lindo! Deu até vontade de viver somente nessa magia...rs.

Indico aos meus amigos. Todos os lugares (exceto atras das pilastras), são de boa visualização. Beijos e até o próximo post!